Quando eu escrevo para você, ouvindo Stand by me do Oasis, penso: qual o motivo de tanta dor? qual a razão do meu vazio infinito? E penso que ele não precisa ser preenchido para que eu saiba a resposta.
Menos blá blá blás e vamos ao
devaneio:
Anjo vigilante segue
faceiro, tropeçando em suas
escolhas medíocres e
desfacelos da alma.
se depara com o dom incrível de
se meter com pessoas vazias.
se pergunta se seres vazios
gostam da sua suprema
subjetividade e mistério,
ou se apenas todas as
pessoas desse mundo
escolheram a
superficialidade, ante ao
amor eterno, possível, e determinável
em singulares e singelas melodias de verão,
iluminando calidamente tanto
cinza, da tristeza, que são
os mesmos dos olhos, os mesmos da alma.
Eu poderia agora dizer o
quanto é facil entrar no meu
recanto interior.
a chave está debaixo do tapete da sacada.
mas parece que a pessoa que
realmente me fará feliz, não poderá pegá-la.
porque eu tenho um coração
estúpido, cru de certezas,
parco de eternidades, como
tudo na vida. como os seus
abraços, como o seu sorriso,
e como tudo o que a vida,
cinicamente teve o dom de me tirar.
Eu te amo é pouco.
não direi.
você é a minha alma, não a ramificação dela,
mas ela por inteiro. não existo
sem você.


1 Comentário:
Digo isso com a cadência adequada, relevem.
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