Se falecesse meu corpo,
sem ele ter-se deleitado em espesso sentir mútuo.
em plenitude eu teria morrido também a essência,
tão fúnebre, tão muito.
o futuro é o meu amigo;
gargala litros de vinho do porto
Me faz esperar a aurora, paciente.
E esfuma-se em letargias comigo.
Diante dos meus grossos e cálidos lábios
posso lamber o líquido doce que escorre do seu gosto.
Posso arrepiar e latejar conosco.
Posso me nostalgiar seu imponente corpo.
Lembranças, lembranças,
me acariciam a alma,
explodem em afagos revividos
outrora o corpo devoto e dolorido
choro hoje por meus dedos dissolvidos.
sem ele ter-se deleitado em espesso sentir mútuo.
em plenitude eu teria morrido também a essência,
tão fúnebre, tão muito.
o futuro é o meu amigo;
gargala litros de vinho do porto
Me faz esperar a aurora, paciente.
E esfuma-se em letargias comigo.
Diante dos meus grossos e cálidos lábios
posso lamber o líquido doce que escorre do seu gosto.
Posso arrepiar e latejar conosco.
Posso me nostalgiar seu imponente corpo.
Lembranças, lembranças,
me acariciam a alma,
explodem em afagos revividos
outrora o corpo devoto e dolorido
choro hoje por meus dedos dissolvidos.

